OUTUBRO ROSA – 2026
Mês de Conscientização sobre o Câncer de Mama

A vida nos une. O cuidado nos move

Instituto Arlindo Gusmão de Fontes (IAGF) – por Rafael Bombein (CREF 016866/SP) 05/10/2026

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O Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização sobre o câncer de mama. Ao longo do mês, diferentes ações procuram ampliar o acesso à informação, incentivar o cuidado com a saúde e lembrar que alterações nas mamas precisam ser investigadas. No Brasil, a Lei nº 13.733, de 2018, estabeleceu a realização anual de atividades educativas durante a campanha.

Em 2026, a Sociedade Brasileira de Mastologia adotou o tema “A vida nos une. O cuidado nos move”. A frase reforça que a atenção à saúde das mamas não deve ficar restrita ao mês de outubro. Conhecer o próprio corpo, manter o acompanhamento de saúde e realizar os exames indicados para cada pessoa são cuidados importantes durante todo o ano.

A dimensão da doença mostra a importância desse alerta. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 78.610 novos casos de câncer de mama feminino no Brasil em 2026. No estado de São Paulo, são esperados aproximadamente 20.820 novos casos, dos quais cerca de 5.840 deverão ocorrer na capital paulista. Esses números não devem causar medo, mas chamar a atenção para a necessidade de informação e acesso oportuno aos serviços de saúde.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres, desconsiderando os tumores de pele não melanoma, e também pode atingir os homens, embora isso seja menos comum. Quando a doença é identificada e tratada em seus estágios iniciais, as possibilidades de controle e os resultados do tratamento costumam ser melhores. Por isso, qualquer alteração persistente nas mamas deve ser avaliada por um profissional de saúde, sem esperar que apareça dor.

CÂNCER DE MAMA

As mamas são formadas por glândulas produtoras de leite, canais que conduzem o leite até o mamilo, tecido de sustentação e gordura. O câncer de mama pode surgir quando algumas células dessas estruturas sofrem alterações e passam a se multiplicar de maneira descontrolada, formando um tumor maligno — um crescimento anormal capaz de invadir os tecidos próximos e prejudicar o funcionamento do organismo.

A maioria dos tumores começa nos ductos mamários (canais que levam o leite até o mamilo) ou nos lóbulos mamários (glândulas responsáveis pela produção do leite). Existem diferentes tipos de câncer de mama, que podem crescer e responder ao tratamento de maneiras distintas.

Em alguns casos, as células cancerosas podem alcançar os gânglios linfáticos (pequenas estruturas de defesa do organismo), especialmente os localizados nas axilas. Quando essas células se espalham para órgãos mais distantes, ocorre a metástase. Isso não acontece em todos os casos e o risco varia conforme as características do tumor e o momento em que a doença é identificada.

Nem toda alteração percebida na mama representa câncer. Cistos, inflamações e outras condições benignas também podem modificar sua aparência ou consistência. Entretanto, somente a avaliação profissional e, quando necessário, a realização de exames pode esclarecer a causa da alteração.

FATORES DE RISCO E PREVENÇÃO

O câncer de mama não possui uma causa única. Ele pode resultar da combinação de características do organismo, envelhecimento, histórico reprodutivo, herança genética e hábitos de vida. Ter um ou mais fatores de risco não significa que a pessoa necessariamente desenvolverá a doença; da mesma forma, alguém sem fatores conhecidos também pode receber o diagnóstico.

Alguns fatores não podem ser modificados. Entre eles estão o avanço da idade, determinadas alterações genéticas herdadas, histórico de câncer de mama ou de ovário na família e algumas características da vida reprodutiva. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), apenas cerca de 5% a 10% dos casos estão relacionados a fatores genéticos ou hereditários.

Outros fatores podem ser reduzidos ou controlados, como o consumo de bebidas alcoólicas, o excesso de peso — especialmente depois da menopausa — e a falta de atividade física. O uso prolongado de determinados tratamentos hormonais também pode elevar o risco e, por isso, deve ser avaliado e acompanhado pelo médico, considerando os benefícios e os possíveis riscos para cada pessoa.

Manter o corpo ativo, buscar um peso saudável, adotar uma alimentação equilibrada e evitar bebidas alcoólicas são atitudes que ajudam a diminuir o risco. A amamentação também exerce efeito protetor para a mulher. O INCA estima que aproximadamente 17% dos casos de câncer de mama poderiam ser evitados pela adoção de hábitos saudáveis. Entretanto, nenhuma medida oferece proteção completa; por isso, a prevenção deve caminhar junto com a atenção às alterações nas mamas e o acompanhamento de saúde.

SINAIS E SINTOMAS

Em sua fase inicial, o câncer de mama pode não provocar dor ou qualquer alteração perceptível. Quando surgem sinais, o mais comum é um nódulo (caroço) novo na mama, geralmente endurecido, pouco móvel e indolor. Entretanto, ele também pode apresentar consistência diferente, causar sensibilidade ou aumentar gradualmente. Qualquer nódulo que permaneça deve ser avaliado, mesmo que não doa.

Também podem ocorrer alterações na pele da mama, como vermelhidão persistente, inchaço, endurecimento, retração ou aparência semelhante à casca de laranja. Mudanças recentes no tamanho ou no formato de uma das mamas e o aparecimento de caroços nas axilas ou na região próxima ao pescoço também precisam ser investigados.

O mamilo pode ficar retraído, ou seja, voltar-se para dentro, quando antes não apresentava esse aspecto. Outros sinais de atenção são feridas ou irritações que não melhoram e a saída espontânea de líquido, principalmente quando ocorre em apenas uma mama ou contém sangue. Essas manifestações merecem avaliação médica mesmo quando não há um nódulo perceptível.

Algumas formas da doença podem provocar aumento rápido da mama, sensação de calor, vermelhidão extensa e inchaço. Esses sinais podem ser confundidos com uma inflamação ou infecção. Por esse motivo, alterações que persistem ou não melhoram com o tratamento indicado devem ser novamente avaliadas. A pessoa não deve aguardar a próxima mamografia de rotina quando já existe um sinal suspeito.

Segundo a Dra. Laura Testa, médica oncologista e responsável pelo Grupo de Oncologia Mamária do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), perceber uma alteração não significa necessariamente que exista um tumor maligno, pois muitos nódulos são benignos, especialmente em mulheres jovens. Ainda assim, procurar atendimento rapidamente permite esclarecer a causa e, caso seja câncer, iniciar o tratamento em uma fase mais favorável.

MUDANÇAS NO AUTOEXAME DAS MAMAS

O autoexame das mamas começou a ser divulgado na década de 1950 como uma forma de identificar o câncer mais cedo. Durante muitos anos, recomendou-se que as mulheres examinassem as próprias mamas mensalmente, seguindo uma sequência de movimentos e escolhendo um período específico.

No final da década de 1990, estudos clínicos mostraram que o autoexame realizado dessa maneira, quando utilizado isoladamente como método de rastreamento, não reduzia as mortes provocadas pelo câncer de mama. A partir dessas evidências, diversos países passaram a valorizar o conhecimento das próprias mamas, sem exigir uma técnica padronizada ou uma data fixa.

Em orientação atualizada em setembro de 2025, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) recomenda que a pessoa observe e toque suas mamas naturalmente, durante o banho, a troca de roupa ou outros momentos do cotidiano. O objetivo é reconhecer mudanças e procurar atendimento quando surgir alguma alteração suspeita.

Essa atenção pode contribuir para que a investigação seja iniciada mais rapidamente, mas não permite confirmar ou descartar a doença. O conhecimento das próprias mamas não substitui a avaliação profissional nem a mamografia indicada para cada pessoa. Portanto, deve ser entendido como uma atitude de cuidado, e não como um exame capaz de diagnosticar o câncer.

MAMOGRAFIA E RASTREAMENTO

A mamografia é uma radiografia das mamas capaz de identificar alterações muito pequenas, algumas delas antes que possam ser percebidas pelo toque. Durante o exame, cada mama é comprimida por alguns segundos entre as placas do aparelho para que as imagens sejam produzidas com melhor qualidade. O procedimento pode causar desconforto, mas costuma ser rápido.

Quando realizada periodicamente em pessoas que não apresentam sinais ou sintomas, a mamografia é chamada de mamografia de rastreamento. Seu objetivo é encontrar possíveis alterações em uma fase inicial. Já a mamografia diagnóstica é utilizada para investigar um caroço, uma mudança na mama ou uma alteração encontrada em outro exame e pode ser solicitada em qualquer idade, conforme a avaliação profissional.

Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos. Mulheres de 40 a 49 anos ou com mais de 74 anos, mesmo sem sintomas, também podem ter acesso ao exame pelo SUS após conversarem com um profissional de saúde sobre seus possíveis benefícios e limitações.

Algumas sociedades médicas brasileiras, como a Sociedade Brasileira de Mastologia, o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, recomendam a mamografia anual dos 40 aos 74 anos. Essa diferença existe porque as instituições avaliam de maneiras distintas o equilíbrio entre os benefícios do diagnóstico antecipado e limitações como resultados falsos positivos, exames adicionais e identificação de tumores que talvez nunca causassem problemas. Pessoas com risco elevado precisam de acompanhamento individualizado e podem necessitar de exames em idades ou intervalos diferentes.

Segundo a Dra. Flávia Pursino, médica ginecologista e mastologista, especialista em exames de imagem da mama e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP), a mamografia não causa câncer e pode ser realizada com segurança por mulheres que possuem próteses de silicone. A presença da prótese deve ser informada ao serviço antes do procedimento para que a equipe utilize as técnicas adequadas. A idade para começar, a frequência e a necessidade de exames complementares devem ser definidas conforme o risco e as condições de saúde de cada pessoa.

DIAGNÓSTICO

A investigação começa com a avaliação do histórico de saúde e o exame das mamas e das axilas. A partir do que for observado, o profissional poderá solicitar os exames necessários. Uma alteração encontrada pelo toque ou por uma imagem não significa automaticamente câncer, mas precisa ser esclarecida.

Os resultados dos exames de imagem costumam ser organizados pelo sistema BI-RADS (classificação utilizada para indicar o grau de suspeita de uma alteração e orientar a conduta seguinte). Dependendo da categoria encontrada, o profissional pode recomendar apenas acompanhamento, solicitar novos exames ou indicar a retirada de uma amostra do tecido.

A confirmação do câncer é feita pela biópsia, na qual uma pequena amostra da área suspeita é analisada em laboratório. Além de mostrar se existem células cancerosas, essa análise permite conhecer as características do tumor, incluindo a presença de receptores hormonais e de outras proteínas que podem influenciar a escolha do tratamento.

Após a confirmação, podem ser realizados exames para determinar o tamanho do tumor e verificar se a doença atingiu os gânglios linfáticos ou outros órgãos. Essa avaliação é chamada de estadiamento e indica o quanto a doença se desenvolveu. Somente depois de reunir essas informações a equipe pode definir o tratamento mais adequado para cada pessoa.

TRATAMENTO

O tratamento do câncer de mama não é igual para todas as pessoas. A escolha depende das características do tumor, de sua extensão, da idade, das condições gerais de saúde e das preferências da pessoa em tratamento. Por isso, dois pacientes com diagnósticos aparentemente semelhantes podem receber combinações terapêuticas diferentes.

A cirurgia pode retirar apenas o tumor e uma pequena parte do tecido ao redor, preservando a maior parte da mama, ou remover toda a mama, procedimento chamado mastectomia. A necessidade de avaliar ou retirar gânglios linfáticos da axila também varia em cada caso. Quando há indicação, a reconstrução mamária pode ser realizada junto com a cirurgia ou em outro momento.

A radioterapia utiliza radiação direcionada para destruir células cancerosas que possam ter permanecido na região tratada. Já a quimioterapia utiliza medicamentos que circulam pelo organismo para eliminar ou controlar essas células. Dependendo do caso, a quimioterapia pode ser administrada antes da cirurgia, para diminuir o tumor, ou depois, para reduzir o risco de retorno da doença.

Também existem tratamentos escolhidos de acordo com características específicas do tumor. A hormonioterapia reduz ou bloqueia a ação de hormônios que estimulam alguns tipos de câncer de mama. As terapias-alvo atuam sobre alterações específicas das células cancerosas, enquanto a imunoterapia ajuda o sistema de defesa do organismo a combater determinados tumores. Nem todas essas opções são indicadas para todas as pessoas.

Segundo o Dr. Carlos Alberto Ruiz, médico ginecologista, obstetra e mastologista, coordenador do Setor de Mastologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a manutenção de hábitos saudáveis após o diagnóstico pode contribuir para a qualidade de vida e para a recuperação. A atividade física e a alimentação equilibrada devem ser adaptadas às condições de cada paciente e integradas ao acompanhamento da equipe, sem substituir o tratamento oncológico.

CÂNCER DE MAMA EM HOMENS

Os homens também possuem tecido mamário e, por isso, podem desenvolver câncer de mama. Segundo o Ministério da Saúde, os casos masculinos representam aproximadamente 1% dos diagnósticos da doença. Como o problema costuma ser associado apenas às mulheres, alguns homens não reconhecem os sinais ou sentem constrangimento para procurar atendimento, o que pode atrasar o diagnóstico.

A manifestação mais comum é um caroço endurecido próximo ou atrás do mamilo, geralmente em apenas um dos lados. Também podem ocorrer retração do mamilo, ferida que não cicatriza, saída espontânea de líquido — principalmente com sangue —, alteração na pele ou aparecimento de caroços na axila. Essas mudanças precisam ser investigadas mesmo quando não causam dor.

O risco aumenta com o envelhecimento e pode estar relacionado ao histórico familiar de câncer de mama ou de ovário, especialmente quando existem vários casos na família ou algum homem afetado. Alterações genéticas herdadas, principalmente no gene BRCA2 (gene que participa da proteção das células contra o desenvolvimento de tumores), obesidade, algumas doenças do fígado, alterações hormonais e radioterapia anterior na região do tórax também podem elevar o risco.

Não existe recomendação de mamografia de rotina para todos os homens. Entretanto, aqueles com risco hereditário elevado devem receber acompanhamento individualizado. Quando surge uma alteração suspeita, a investigação e o tratamento seguem princípios semelhantes aos utilizados nas mulheres, com adaptações às características do tumor e às condições de saúde de cada paciente.

APOIO DURANTE O TRATAMENTO

O câncer de mama pode afetar não apenas o corpo, mas também a vida emocional, familiar, social e profissional. Medo, tristeza, ansiedade e insegurança podem aparecer em diferentes momentos. O acompanhamento psicológico, quando necessário, pode ajudar a pessoa e seus familiares a lidar com o diagnóstico, as mudanças na rotina e as incertezas do tratamento.

A equipe de cuidado pode reunir profissionais de diferentes áreas, como medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição e serviço social. Cada um contribui conforme as necessidades do paciente. Dificuldades para movimentar o braço, inchaço, alterações no apetite, cansaço intenso ou sofrimento emocional devem ser comunicados à equipe para que sejam avaliados e tratados.

Familiares e amigos podem ajudar acompanhando consultas, organizando tarefas, preparando refeições ou simplesmente oferecendo escuta e companhia. Esse apoio deve respeitar a autonomia da pessoa em tratamento. Dietas muito restritivas, suplementos, chás ou produtos anunciados como “cura” não devem ser utilizados sem orientação, pois podem causar efeitos indesejados ou interferir nos medicamentos.

No ambiente de trabalho, algumas pessoas conseguem manter suas atividades, enquanto outras precisam de afastamento ou adaptações temporárias. Cansaço, náuseas, redução das defesas do organismo e limitações de movimento podem interferir na realização de determinadas tarefas. Conforme orientação do Ministério da Saúde, podem ser considerados ajustes de horário e a redistribuição de atividades mais exigentes, de acordo com o estado de saúde e os procedimentos da empresa.

A necessidade de apoio varia ao longo do tratamento. Pedir ajuda não representa fraqueza e não retira a independência do paciente. O objetivo é preservar sua segurança, sua dignidade e sua qualidade de vida durante todas as etapas do cuidado.

ONDE BUSCAR AJUDA

Ao perceber alguma alteração nas mamas, a orientação é procurar inicialmente uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Quando houver necessidade, a equipe fará o encaminhamento para exames e serviços especializados. No SUS, o acesso aos centros de tratamento oncológico ocorre por meio da rede de saúde e do sistema de regulação.

Brasil

Instituto Nacional de Câncer (INCA) — Onde tratar pelo SUS
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tratamento/onde-tratar-pelo-sus

Estado de São Paulo

Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) — Como ser atendido
https://icesp.org.br/como-ser-atendido/

Cidade de São Paulo

Busca Saúde — Localização de estabelecimentos da rede municipal do SUS
https://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/

Secretaria Municipal da Saúde — Serviços de Referência de Mama
https://prefeitura.sp.gov.br/web/saude/w/outubro-rosa-rede-municipal-possui-14-centros-de-refer%C3%AAncia-em-mama

CONCLUSÃO

O Outubro Rosa deve ser compreendido como um convite ao cuidado, à informação segura e ao acesso aos serviços de saúde. A campanha não pretende responsabilizar quem adoece nem afirmar que todos os casos podem ser evitados. Seu papel é ampliar o conhecimento e reduzir os obstáculos que ainda dificultam a investigação e o tratamento em tempo oportuno.

Cuidar da saúde das mamas envolve manter hábitos saudáveis, prestar atenção às mudanças do corpo e seguir as orientações de rastreamento adequadas à idade e ao risco individual. Quando surgir uma alteração, procurar atendimento sem demora é mais seguro do que esperar que ela desapareça ou tentar descobrir sua causa por conta própria.

O apoio da família, dos amigos, dos profissionais de saúde e do ambiente de trabalho também pode tornar o período de investigação e tratamento menos difícil. Informação, acolhimento e acesso ao cuidado precisam caminhar juntos durante todo o ano. Afinal, como reforça o tema da campanha de 2026, “A vida nos une. O cuidado nos move.”

REFERÊNCIAS

  1. Brasil. Presidência da República. Lei nº 13.733, de 16 de novembro de 2018: dispõe sobre atividades da campanha Outubro Rosa. Brasília: Presidência da República; 2018; https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13733.htm
  2. Sociedade Brasileira de Mastologia. Campanha da SBM para o Outubro Rosa traz como tema “A vida nos une. O cuidado nos move”. Rio de Janeiro: SBM; 2026; https://sbmastologia.com.br/para-o-medico/campanha-da-sbm-para-o-outubro-rosa-traz-como-tema-a-vida-nos-une-o-cuidado-nos-move/
  3. Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2026: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2026; https://ninho.inca.gov.br/jspui/bitstream/123456789/17914/1/Estima2026_completo%20%281%29.pdf
  4. Brasil. Ministério da Saúde. Câncer de mama. Brasília: Ministério da Saúde; 2026; https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/cancer-de-mama
  5. Instituto Nacional de Câncer. Fatores de risco para o câncer de mama. Rio de Janeiro: INCA; 2025; https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/fatores-de-risco
  6. Instituto Nacional de Câncer. Prevenção do câncer de mama. Rio de Janeiro: INCA; 2024; https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/prevencao
  7. Universidade de São Paulo. Teleatendimento na pandemia foi essencial para manter tratamento do câncer de mama. São Paulo: Jornal da USP; 2020; https://jornal.usp.br/atualidades/teleatendimento-na-pandemia-foi-essencial-para-manter-tratamento-do-cancer-de-mama/
  8. Instituto Nacional de Câncer. Detecção precoce do câncer de mama. Rio de Janeiro: INCA; 2025; https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce
  9. Brasil. Ministério da Saúde; Universidade de Brasília. Orientações para profissionais da Atenção Primária à Saúde no cuidado integral da pessoa com câncer de mama. Brasília: Ministério da Saúde; 2025; https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/orientacoes_profissionais_aps_cancer_mama.pdf
  10. Instituto Nacional de Câncer. A mulher e o câncer de mama no Brasil. Rio de Janeiro: INCA; 2026; https://www.gov.br/inca/pt-br/centrais-de-conteudo/exposicoes/a-mulher-e-o-cancer-de-mama-no-brasil
  11. Comissão Nacional de Mamografia. Nota técnica sobre o rastreamento do câncer de mama no Brasil. São Paulo: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem; 2025; https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2025/01/Nota-tecnica-da-Comissao-Nacional-de-Mamografia-sobre-o-rastreamento-do-Cancer-de-Mama-no-Brasil.pdf
  12. Universidade de São Paulo. Câncer de mama: rastreamento e pacientes jovens. São Paulo: Projeto Menopausando, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; 2024; https://sites.usp.br/menopausando/outros-temas-de-saude/cancer-de-mama-rastreamento-e-pacientes-jovens/
  13. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Câncer de Mama. Brasília: Ministério da Saúde; 2026; https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/c/cancer-de-mama/view
  14. Universidade de São Paulo. Câncer de mama e climatério: entenda a relação e a importância do estilo de vida. São Paulo: Projeto Menopausando, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; 2023; https://sites.usp.br/menopausando/terapias/cancer_de_mama/
  15. Instituto Nacional de Câncer. Onde tratar pelo SUS. Rio de Janeiro: INCA; 2026; https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tratamento/onde-tratar-pelo-sus
  16. Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Como ser atendido. São Paulo: Icesp; 2026; https://icesp.org.br/como-ser-atendido/
  17. São Paulo. Secretaria Municipal da Saúde. Rede municipal possui 14 Centros de Referência em Mama. São Paulo: Prefeitura de São Paulo; 2024; https://prefeitura.sp.gov.br/web/saude/w/outubro-rosa-rede-municipal-possui-14-centros-de-refer%C3%AAncia-em-mama

VÍDEO RECOMENDADO SOBRE CÂNCER DE MAMA

Como o câncer de mama é formado; Drauzio Varella; 9 de out. de 2023;


9 coisas que você precisa saber sobre a mamografia; Drauzio Varella; 5 de out. de 2023;


Risco aumentado, autoexame e taxa de sobrevivência do câncer de mama; Drauzio Varella; 10 de out. de 2023;


PARA SABER MAIS – Instituto Arlindo Gusmão de Fontes (IAGF) 

Câncer no Brasil; IAGF; 21 de jul de 2025; 

https://institutoagf.com.br/cancer-no-brasil

Prevenção do câncer; IAGF; 21 de mai de 2025; https://institutoagf.com.br/prevencao-do-cancer