
Dia nacional de prevenção e controle do colesterol.
Conhecer, prevenir e controlar para proteger o coração.
Instituto Arlindo Gusmão de Fontes (IAGF) – por Rafael Bombein (CREF 016866/SP) 10/08/2026
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Celebrado em 8 de agosto, o Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol chama a atenção para uma alteração que geralmente não apresenta sinais, mas pode trazer consequências importantes para a saúde. A data reforça a necessidade de conhecer os níveis de colesterol e adotar cuidados que ajudem a prevenir doenças do coração e da circulação.
Embora seja frequentemente associado a algo prejudicial, o colesterol é uma substância necessária ao funcionamento do organismo. Ele participa da formação das células, de alguns hormônios e da vitamina D, além de contribuir para a digestão das gorduras. O risco surge principalmente quando determinados tipos de colesterol permanecem elevados e começam a se acumular nas paredes das artérias, dificultando a passagem do sangue.
No levantamento nacional mais recente disponível sobre o tema, a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, aproximadamente um em cada sete adultos brasileiros informou já ter recebido diagnóstico médico de colesterol alto. No estado de São Paulo, dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde mostraram crescimento nos atendimentos ambulatoriais do SUS relacionados ao problema entre janeiro e maio de 2024, em comparação com o mesmo período de 2023. Embora sejam informações de anos diferentes, elas mostram que o controle do colesterol continua sendo uma questão importante para a saúde pública.
Como o colesterol elevado costuma agir silenciosamente, uma pessoa pode conviver com essa alteração durante anos sem perceber. Por isso, a realização de exames e a avaliação de outros fatores de risco são importantes. A alimentação equilibrada, a atividade física e o acompanhamento de um profissional de saúde, quando necessário, ajudam a proteger o coração e a reduzir o risco de complicações, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
COLESTEROL
O colesterol é um esterol, um tipo de lipídio (grupo de substâncias que também inclui as gorduras), produzido pelo organismo e obtido por meio de alimentos de origem animal. Ele participa da formação das membranas que envolvem as células, de alguns hormônios, da vitamina D e dos ácidos biliares (substâncias produzidas pelo fígado que ajudam na digestão das gorduras).
A maior parte do colesterol presente no corpo é produzida pelo próprio organismo, principalmente no fígado. Uma parcela também pode ser obtida pela alimentação. Entretanto, seus níveis não dependem apenas do que a pessoa come: fatores hereditários, algumas doenças, determinados medicamentos e os hábitos de vida também podem influenciá-los.
Como o colesterol não se dissolve no sangue, ele precisa ser transportado por estruturas chamadas lipoproteínas (partículas formadas por lipídios e proteínas). Elas funcionam como veículos que levam o colesterol pela circulação. Entre as principais estão a lipoproteína de baixa densidade, conhecida pela sigla LDL, e a lipoproteína de alta densidade, chamada HDL.
Quando os níveis de colesterol e de outras gorduras presentes no sangue, como os triglicerídeos, ficam fora dos valores considerados adequados, pode ocorrer uma alteração chamada dislipidemia. Essa condição precisa ser avaliada de acordo com o estado de saúde e o risco cardiovascular de cada pessoa, pois não existe um único valor ideal que sirva igualmente para todos.
COLESTEROL “BOM” E COLESTEROL “RUIM”
As expressões colesterol “bom” e colesterol “ruim” são formas populares de diferenciar as lipoproteínas que transportam o colesterol pelo sangue. A substância transportada é a mesma; o que muda é o tipo de partícula, sua função no organismo e sua relação com o risco de doenças cardiovasculares.
A LDL (lipoproteína de baixa densidade) leva colesterol do fígado para diferentes partes do corpo. Esse transporte é necessário, mas, quando há LDL em excesso, parte do colesterol pode se acumular nas paredes das artérias. Com o passar do tempo, esse processo pode favorecer a formação de placas que dificultam a circulação do sangue. Por essa razão, a LDL ficou conhecida como colesterol “ruim”.
A HDL (lipoproteína de alta densidade) participa do transporte do excesso de colesterol de volta ao fígado, onde ele pode ser reaproveitado ou eliminado. Por desempenhar essa função, ficou conhecida como colesterol “bom”. Entretanto, analisar apenas se o HDL está alto ou baixo não é suficiente para determinar se uma pessoa está protegida, pois o risco cardiovascular depende de diversos fatores.
Segundo a Profa. Dra. Nágila Raquel Teixeira Damasceno, professora associada do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) e pesquisadora do metabolismo dos lipídios, a LDL leva colesterol em direção aos tecidos, enquanto a HDL realiza o transporte no sentido contrário, retirando parte do excesso presente nas artérias e conduzindo-o ao fígado. Essa explicação mostra que LDL e HDL não são tipos diferentes de colesterol, mas partículas que exercem funções distintas em seu transporte pelo organismo.
FATORES QUE PODEM ELEVAR O COLESTEROL
O colesterol elevado pode resultar da combinação de fatores genéticos (características herdadas da família), condições de saúde e hábitos de vida. Por isso, a alteração também pode ocorrer em pessoas magras, fisicamente ativas ou que mantêm uma alimentação equilibrada. O peso corporal, isoladamente, não permite saber como estão os níveis de colesterol.
A alimentação pode influenciar principalmente os níveis de LDL. O consumo frequente e em excesso de alimentos ricos em gorduras saturadas, como carnes muito gordurosas, embutidos, manteiga e alguns produtos ultraprocessados, pode favorecer sua elevação. As gorduras trans (gorduras produzidas ou modificadas durante determinados processos industriais) também são prejudiciais e devem ser evitadas. Mais do que um alimento consumido isoladamente, é o conjunto dos hábitos mantidos ao longo do tempo que pode afetar os níveis de colesterol. O sedentarismo, o tabagismo e o excesso de peso também aumentam o risco de doenças cardiovasculares, mesmo quando não provocam diretamente uma elevação do LDL.
Algumas condições, como diabetes, hipotireoidismo (produção insuficiente de hormônios pela tireoide), doenças dos rins e doenças do fígado, também podem alterar os níveis de colesterol e de triglicerídeos. Determinados medicamentos podem produzir o mesmo efeito. Nesses casos, a alteração é chamada dislipidemia secundária (mudança nos níveis de gorduras do sangue provocada por outra condição ou tratamento).
Há ainda a hipercolesterolemia familiar (alteração genética que causa níveis elevados de LDL desde o nascimento). Nessa condição, somente as mudanças nos hábitos de vida podem não ser suficientes para controlar o colesterol. A presença de colesterol muito elevado ou de casos de infarto e AVC em familiares, especialmente quando ocorreram em idade jovem, deve ser informada ao médico. Os medicamentos em uso nunca devem ser interrompidos sem orientação profissional.
RISCOS PARA A SAÚDE
Quando os níveis de LDL permanecem elevados por muito tempo, parte dessas partículas pode penetrar na camada interna das artérias e favorecer o depósito de colesterol. O organismo reage a esse acúmulo, iniciando um processo inflamatório que, ao longo dos anos, pode formar placas. Essa alteração é chamada aterosclerose (formação de placas nas paredes das artérias). À medida que crescem, as placas podem estreitar o espaço por onde o sangue circula e reduzir a chegada de oxigênio e nutrientes aos órgãos.
Essas placas também podem se romper e favorecer a formação de um coágulo (massa de sangue endurecida) capaz de bloquear a circulação. Quando isso acontece em uma artéria do coração, pode ocorrer um infarto. Se a obstrução atingir uma artéria que leva sangue ao cérebro, pode provocar um acidente vascular cerebral (AVC). O comprometimento das artérias dos braços ou das pernas pode causar a doença arterial periférica, provocando dor, dificuldade para caminhar e, nos casos mais graves, lesões nos tecidos.
A possibilidade de uma pessoa desenvolver essas complicações é chamada risco cardiovascular (probabilidade de sofrer problemas que afetam o coração ou a circulação). Esse risco é calculado considerando conjuntamente os níveis de colesterol, a idade, a pressão arterial, o diabetes, o tabagismo, o histórico familiar e a ocorrência anterior de infarto ou AVC. Pessoas com maior risco geralmente precisam manter o LDL em níveis mais baixos. Por isso, a meta adequada deve ser definida individualmente por um profissional de saúde.
Segundo o Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, cardiologista, professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e presidente do Conselho Diretor do Instituto do Coração (InCor), “o colesterol alto não apresenta sintomas evidentes, por isso exames periódicos são essenciais”. A ausência de sinais não significa ausência de risco: em algumas pessoas, a primeira manifestação da doença pode ser uma complicação cardiovascular.
DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO
O diagnóstico da hipercolesterolemia (elevação do colesterol no sangue) é realizado principalmente por meio do perfil lipídico ou lipidograma (exame de sangue que avalia os lipídios e as lipoproteínas presentes na circulação). O resultado informa o colesterol total, o LDL, o HDL e os triglicerídeos. A análise dessas partes separadamente é importante, pois o valor do colesterol total, sozinho, não mostra como ele está sendo transportado pelo organismo nem permite determinar o risco de uma pessoa.
A investigação deve incluir uma avaliação clínica. O profissional de saúde verifica o histórico familiar, os hábitos de vida, as doenças existentes e os medicamentos utilizados, além de avaliar fatores como pressão arterial e peso corporal. Quando houver indicação, também podem ser solicitados exames para verificar a glicose, o funcionamento da tireoide, dos rins e do fígado. Essas informações ajudam a identificar possíveis causas da alteração e a calcular o risco cardiovascular.
O resultado do lipidograma não deve ser interpretado apenas pela indicação de “normal” ou “alterado” apresentada no exame. A idade, a presença de diabetes, o tabagismo e a ocorrência anterior de infarto ou AVC também influenciam a avaliação. Dependendo do resultado e das condições em que a coleta foi realizada, o profissional pode recomendar a repetição do exame antes de confirmar a conduta.
Depois do diagnóstico, o acompanhamento permite verificar se as mudanças nos hábitos e os medicamentos, quando prescritos, estão produzindo o efeito esperado. A frequência dos exames varia de acordo com os resultados, o tratamento adotado e o risco cardiovascular de cada pessoa; por isso, não existe um único intervalo adequado para toda a população.
TRATAMENTO
O tratamento do colesterol elevado é definido de acordo com os níveis encontrados, a causa da alteração e o risco cardiovascular de cada pessoa. Ele pode envolver mudanças nos hábitos de vida, uso de medicamentos ou a combinação das duas medidas. Pessoas que já tiveram infarto ou AVC, apresentam diabetes, doença renal ou determinadas alterações genéticas podem precisar de um controle mais rigoroso.
A alimentação equilibrada deve fazer parte do tratamento. Recomenda-se reduzir o consumo de gorduras saturadas e evitar gorduras trans, além de priorizar frutas, verduras, legumes, feijões, cereais integrais, castanhas e outras fontes de fibras. A prática regular de atividade física, o controle do peso, a interrupção do tabagismo e a moderação no consumo de bebidas alcoólicas também ajudam a reduzir o risco cardiovascular.
Quando as mudanças nos hábitos não são suficientes ou quando o risco já é elevado, o médico pode prescrever medicamentos. As estatinas (medicamentos que reduzem a produção de colesterol no fígado) são as mais utilizadas. Dependendo da resposta e da necessidade de cada paciente, podem ser associadas a outros medicamentos que diminuem a absorção ou a circulação do colesterol.
O tratamento deve ser acompanhado para avaliar a redução do LDL e a ocorrência de possíveis efeitos adversos. A medicação não deve ser iniciada, substituída ou interrompida por conta própria. Mesmo quando os resultados dos exames melhoram, isso pode indicar que o tratamento está funcionando, e não necessariamente que ele deixou de ser necessário.
PREVENÇÃO
A prevenção do colesterol elevado e de suas complicações envolve a adoção de um padrão alimentar equilibrado, e não a exclusão de um único alimento. A base da alimentação deve ser formada por alimentos in natura ou minimamente processados (alimentos naturais ou que passaram por poucas alterações antes do consumo), como frutas, verduras, legumes, feijões e cereais integrais. Alguns desses alimentos fornecem fibras solúveis (fibras que formam uma espécie de gel no intestino), que ajudam a diminuir a absorção intestinal de parte do colesterol e contribuem para o controle do LDL.
Também é importante reduzir o consumo frequente de carnes muito gordurosas, embutidos, frituras e produtos ultraprocessados ricos em gorduras saturadas ou trans. Isso não significa eliminar todas as gorduras da alimentação: azeite, peixes, sementes, castanhas e abacate, consumidos em quantidades adequadas, podem fazer parte de uma alimentação equilibrada.
A prática regular de atividade física contribui para o controle do peso, da pressão arterial e da glicose, além de melhorar a saúde do coração e da circulação. Evitar o tabagismo e limitar o consumo de bebidas alcoólicas também reduz o risco cardiovascular. A atividade deve ser escolhida de acordo com a idade, as condições de saúde e a capacidade de cada pessoa.
Mesmo quem mantém hábitos saudáveis pode apresentar colesterol elevado por influência genética ou por outras doenças. Por isso, a prevenção também inclui consultas e exames quando indicados, principalmente para pessoas com diabetes, pressão alta, doença renal ou histórico familiar de colesterol muito elevado, infarto ou AVC em idade jovem. Conhecer o próprio risco permite iniciar os cuidados antes que apareçam complicações.
COLESTEROL NAS DIFERENTES FASES DA VIDA
O cuidado com o colesterol deve acompanhar todas as fases da vida. A aterosclerose (formação progressiva de placas nas artérias) pode começar com pequenas alterações nas paredes dos vasos ainda na infância e se desenvolver silenciosamente durante décadas. Quanto maior o tempo de exposição a níveis elevados de LDL, maior pode ser o acúmulo de colesterol nas artérias. Isso não significa que uma criança com colesterol alterado terá necessariamente uma doença cardiovascular, mas mostra a importância de reconhecer precocemente quem apresenta maior risco.
Em crianças e adolescentes, a alteração pode estar relacionada à alimentação, ao sedentarismo, à obesidade, ao diabetes, a determinadas doenças ou a fatores genéticos. Segundo a Dra. Ruth Rocha Franco, médica endocrinologista pediátrica do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) e mestre em Pediatria pela instituição, o colesterol alto pode surgir em qualquer fase da infância e, nos casos mais graves, pode estar associado à hipercolesterolemia familiar. A Diretriz Brasileira de Dislipidemias de 2025 recomenda a avaliação do perfil lipídico para todas as crianças entre 9 e 11 anos e novamente entre 17 e 21 anos. Na presença de obesidade, diabetes ou histórico familiar de colesterol elevado ou doença cardiovascular precoce, a avaliação pode começar a partir dos 2 anos, sempre com orientação do pediatra.
Nos adultos jovens, o risco de sofrer um infarto ou AVC nos anos seguintes geralmente é menor do que entre pessoas mais velhas. Entretanto, isso não significa que níveis elevados de LDL possam ser ignorados. A exposição prolongada pode favorecer o desenvolvimento da aterosclerose e aumentar o risco futuro, especialmente quando existem tabagismo, pressão alta, diabetes ou casos de doença cardiovascular precoce na família. Na vida adulta, os resultados dos exames devem ser acompanhados ao longo do tempo, evitando que uma alteração persistente seja avaliada apenas quando aparecem complicações.
Entre os idosos, a possibilidade de doenças cardiovasculares aumenta, mas o tratamento deve continuar sendo individualizado. O profissional precisa considerar a existência de infarto, AVC ou doença arterial, além da capacidade funcional, da fragilidade, da expectativa de vida e da polifarmácia (uso simultâneo de vários medicamentos). Pessoas idosas saudáveis e com boa expectativa de vida podem se beneficiar do controle do LDL, enquanto aquelas com maior fragilidade podem precisar de ajustes. A idade, isoladamente, não deve ser motivo para iniciar ou interromper medicamentos sem avaliação médica.
ONDE BUSCAR AJUDA
A Unidade Básica de Saúde (UBS) é a principal porta de entrada para quem deseja verificar os níveis de colesterol ou já recebeu um resultado alterado. Na unidade, o profissional pode avaliar o histórico de saúde, solicitar exames, orientar mudanças nos hábitos, iniciar o tratamento e, quando necessário, encaminhar o paciente para atendimento especializado.
Brasil
🏥 Meu SUS Digital — Ministério da Saúde
https://meususdigital.saude.gov.br/
🏥 Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)
https://estabelecimentos.saude.gov.br/pages/estabelecimentos/consulta.jsp
Estado de São Paulo
🏥 Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo — Consulta de Unidades de Saúde
https://www.saude.sp.gov.br/ses/perfil/cidadao/homepage-old2/outros-destaques/unidades-de-saude
Cidade de São Paulo
🏥 Busca Saúde — localização da UBS de referência
http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/
🏥 Secretaria Municipal da Saúde — mapa das áreas atendidas pelas UBS
https://prefeitura.sp.gov.br/saude/w/epidemiologia_e_informacao/geoprocessamento_e_informacoes_socioambientais/309778
📱 e-saúdeSP — serviços digitais de saúde
https://e-saudesp.prefeitura.sp.gov.br/#/
CONCLUSÃO
O colesterol é essencial ao funcionamento do organismo, mas níveis elevados de LDL podem contribuir silenciosamente para a formação de placas nas artérias. Como essa alteração geralmente não apresenta sinais, conhecer os próprios níveis e avaliar o risco cardiovascular são cuidados importantes para prevenir infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e outras complicações.
A prevenção não depende de uma única escolha nem se limita à alimentação. Atividade física, abandono do tabagismo, controle da pressão arterial e do diabetes, realização de exames quando indicados e acompanhamento profissional fazem parte de um cuidado contínuo. Quando houver necessidade de medicamentos, o tratamento deve ser seguido conforme a orientação médica.
O colesterol elevado pode ocorrer em crianças, adultos e idosos, inclusive em pessoas que mantêm hábitos saudáveis. Por isso, o histórico familiar e as condições de saúde também precisam ser considerados. Identificar precocemente uma alteração permite adotar medidas antes que ocorram danos importantes à circulação.
O Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol reforça uma mensagem simples: informação, acompanhamento e cuidados mantidos ao longo da vida ajudam a proteger o coração. Quem ainda não conhece seus níveis de colesterol ou possui fatores de risco pode procurar uma Unidade Básica de Saúde para receber orientação.
REFERÊNCIAS
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Colesterol e consumo de alimentos Drauzio Varella; 04 de abril de 2019;
PARA SABER MAIS – Instituto Arlindo Gusmão de Fontes (IAGF)
Os riscos da gordura trans à saúde; Instituto Arlindo Gusmão de Fontes; 16 de março de 2026; https://institutoagf.com.br/os-riscos-da-gordura-trans-a-saude
Alimentos ultraprocessados; Instituto Arlindo Gusmão de Fontes; 15 de setembro de 2025; https://institutoagf.com.br/alimentos-ultraprocessados
Alimentos aliados na luta contra o colesterol alto; Instituto Arlindo Gusmão de Fontes; https://institutoagf.com.br/alimentos-aliados-na-luta-contra-o-colesterol-alto
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