Semana do Bem-estar
40 anos da Carta de Ottawa: juntos seguimos promovendo a saúde

Instituto Arlindo Gusmão de Fontes (IAGF) – por Rafael Bombein (CREF 016866/SP) 14/09/2026

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A Semana do Bem-Estar é realizada de 14 a 20 de setembro. A iniciativa é celebrada nas Américas pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) desde 2011, com o propósito de incentivar uma visão ampla e positiva da saúde. Em 2026, a campanha marca os 40 anos da Carta de Ottawa, documento internacional que se tornou uma referência para a promoção da saúde. 

O bem-estar não significa apenas não estar doente. Ele envolve a saúde física, mental e social, a qualidade do sono, a alimentação e as condições encontradas nos lugares onde as pessoas vivem e trabalham. Também é influenciado pelo acesso aos serviços de saúde, à educação, à moradia, ao trabalho digno, ao lazer e a ambientes seguros. Por isso, cuidar do bem-estar não depende exclusivamente das escolhas individuais.

Dados recentes ajudam a compreender a importância desse cuidado. O Vigitel 2024 (pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde com adultos das capitais brasileiras e do Distrito Federal) mostrou que cerca de quatro em cada dez entrevistados praticavam a quantidade recomendada de atividade física durante o tempo livre. No Estado de São Paulo, o Sistema Único de Saúde (SUS) realizou 2,4 milhões de atendimentos com psicólogos em 2024, aumento de 40% em comparação com 2022. O crescimento dos atendimentos não indica, sozinho, que a população esteja mais doente, mas demonstra a procura por cuidados relacionados à saúde mental.

A campanha de 2026 reforça que promover a saúde é uma responsabilidade compartilhada. Hábitos como movimentar o corpo, alimentar-se adequadamente, dormir bem e preservar relações sociais são importantes, mas precisam estar acompanhados de condições de vida e de trabalho que favoreçam escolhas saudáveis. Dessa maneira, o bem-estar deve ser compreendido como parte da vida cotidiana e como um direito que depende da participação das pessoas, das comunidades, das empresas e do poder público.

SAÚDE E BEM-ESTAR

A Organização Mundial da Saúde (OMS) compreende a saúde como uma condição que envolve o bem-estar físico, mental e social, e não somente a ausência de doenças. Isso significa que uma pessoa pode não apresentar uma doença diagnosticada e, ainda assim, perceber que algo não está bem em sua rotina, no corpo, nas emoções ou nas relações sociais.

O bem-estar também não significa estar feliz ou disposto o tempo todo. Momentos de preocupação, tristeza, cansaço e desânimo fazem parte da vida. A atenção se torna necessária quando essas sensações são frequentes, intensas ou começam a prejudicar o sono, a alimentação, o trabalho, o convívio com outras pessoas e a realização das atividades diárias.

Diversos fatores contribuem para o bem-estar, como alimentação adequada, atividade física, sono de qualidade, momentos de descanso, relações respeitosas e acesso aos cuidados de saúde. As condições de moradia, transporte, renda, trabalho e segurança também podem facilitar ou dificultar o cuidado com a saúde.

Por isso, promover o bem-estar não deve ser entendido apenas como uma responsabilidade individual. As pessoas podem adotar hábitos saudáveis dentro de suas possibilidades, enquanto famílias, comunidades, empresas e governos devem contribuir para a construção de ambientes mais seguros, acolhedores e favoráveis à saúde.

SAÚDE FÍSICA

A saúde física está relacionada ao funcionamento do organismo e à capacidade de realizar as atividades do dia a dia com segurança e disposição. Ela não depende apenas da ausência de doenças, mas também de cuidados regulares com a alimentação, o sono, a higiene, a vacinação e o acompanhamento da saúde.

Alguns sinais podem indicar que o organismo precisa de atenção, como cansaço persistente, dores frequentes, falta de ar, alterações importantes no peso, dificuldade para dormir ou redução da capacidade de realizar tarefas habituais. Esses sinais não devem ser ignorados nem tratados apenas com medicamentos utilizados por conta própria.

Consultas periódicas ajudam a acompanhar a pressão arterial, a glicose, o colesterol e outras condições que podem se desenvolver sem apresentar sintomas no início. A necessidade de exames varia conforme a idade, o histórico de saúde, os hábitos e os riscos de cada pessoa; por isso, nem todos precisam realizar os mesmos exames ou na mesma frequência.

Cuidar da saúde física também envolve respeitar os limites do corpo, reservar tempo para a recuperação e procurar atendimento quando surgir alguma alteração persistente. Pequenos cuidados realizados de maneira contínua costumam ser mais seguros e sustentáveis do que mudanças radicais ou soluções que prometem resultados rápidos.

ALIMENTAÇÃO E HIDRATAÇÃO

Uma alimentação adequada fornece a energia e os nutrientes necessários para o funcionamento do organismo. Sempre que possível, as refeições devem incluir alimentos variados, como arroz, feijão, verduras, legumes, frutas, ovos, carnes e outros alimentos frescos ou minimamente processados (alimentos que passaram por poucas alterações antes do consumo).

O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, recomenda que os alimentos in natura ou minimamente processados sejam a base da alimentação. Também orienta limitar os produtos ultraprocessados (produtos industriais com muitos ingredientes, como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e refeições prontas), que geralmente apresentam excesso de açúcar, gordura ou sódio.

Para consultar o [Guia Alimentar para a População Brasileira, clique aqui;

(https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-para-promocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf/view).

A hidratação também faz parte do cuidado com a saúde. A água auxilia no controle da temperatura corporal, no transporte de nutrientes e no funcionamento de diferentes órgãos. A necessidade pode aumentar em dias quentes, durante atividades físicas ou em trabalhos que exigem maior esforço corporal. Sede intensa, boca seca, dor de cabeça, tontura e urina muito escura podem indicar que o consumo de líquidos está insuficiente.

Não existe uma única alimentação adequada para todas as pessoas. Idade, rotina, condições de saúde, medicamentos utilizados e disponibilidade de alimentos devem ser considerados. Mudanças importantes na alimentação ou restrições alimentares devem ser orientadas por um profissional de saúde, especialmente quando houver alguma doença ou necessidade nutricional específica.

ATIVIDADE FÍSICA

A atividade física inclui todo movimento corporal que aumenta o gasto de energia, como caminhar, pedalar, dançar, praticar esportes e realizar exercícios planejados. Ela não precisa acontecer apenas em academias: deslocamentos a pé, atividades domésticas e momentos de lazer com movimento também contribuem para uma vida mais ativa.

A prática regular ajuda a fortalecer músculos e ossos, proteger o coração, controlar a pressão arterial e a glicose, melhorar a disposição e reduzir o risco de diversas doenças. Também pode favorecer o sono, o humor, a autonomia e a capacidade de realizar as tarefas diárias.

Para os adultos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada, que podem ser distribuídos ao longo da semana. Quem está começando pode realizar períodos menores e aumentar gradualmente. A idade, as condições de saúde e o esforço físico já realizado durante o trabalho devem ser considerados para que a prática seja adequada e segura.

Segundo o Prof. Dr. Átila Alexandre Trapé, professor da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador na área de Educação Física e Saúde Coletiva, a atividade física pode beneficiar a saúde por seus efeitos no organismo e pelas oportunidades de interação com o ambiente e com outras pessoas. Em um estudo realizado no Brasil, no Chile e na Espanha, níveis mais baixos de atividade física estiveram associados a maior risco de sintomas de depressão, ansiedade e estresse, reforçando a importância do movimento também para o bem-estar mental.

SONO E DESCANSO

O sono é um processo biológico essencial para a recuperação do corpo e da mente. Durante esse período, o organismo realiza funções importantes para a memória, o equilíbrio emocional, o sistema de defesa e o funcionamento do coração e do metabolismo (conjunto de processos utilizados pelo corpo para produzir e utilizar energia).

A necessidade de sono varia conforme a idade e as características de cada pessoa. Mais do que contar apenas as horas dormidas, é importante observar se o sono é regular e reparador, ou seja, se permite acordar descansado e manter atenção e disposição durante o dia. Dificuldade frequente para dormir, despertares constantes, ronco intenso e sonolência durante as atividades diárias merecem atenção.

Manter horários regulares, reduzir a iluminação e o uso de telas antes de dormir e evitar refeições pesadas, bebidas alcoólicas ou excesso de cafeína próximo ao horário de descanso pode favorecer o sono. Trabalhadores que cumprem jornadas noturnas ou em turnos devem buscar, dentro de suas possibilidades, um ambiente silencioso, escuro e confortável para dormir durante o dia.

Segundo a Profa. Dra. Cláudia Roberta de Castro Moreno, professora titular da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora na área do sono e dos ritmos biológicos, os distúrbios do sono ainda são frequentemente ignorados como fatores relacionados ao desenvolvimento de doenças crônicas. Em artigo publicado no British Medical Journal, a professora e colaboradores destacam que reconhecer e cuidar dos problemas do sono também faz parte da prevenção e da promoção da saúde.

SAÚDE MENTAL E RELAÇÕES SOCIAIS

A saúde mental está relacionada à maneira como cada pessoa percebe suas emoções, enfrenta as dificuldades e se relaciona consigo mesma e com os outros. Ter saúde mental não significa permanecer feliz o tempo todo, mas conseguir reconhecer os sentimentos, lidar com as situações do cotidiano e procurar apoio quando necessário.

Momentos de tristeza, preocupação, irritação ou cansaço emocional podem acontecer ao longo da vida. No entanto, é importante prestar atenção quando essas sensações se tornam intensas, permanecem por muito tempo ou começam a prejudicar o sono, a alimentação, o trabalho, as relações e o interesse por atividades que antes eram agradáveis.

As relações sociais também influenciam o bem-estar. Conversar com pessoas de confiança, manter vínculos familiares e de amizade e participar de atividades comunitárias ou de lazer pode oferecer apoio e reduzir o isolamento. Relações saudáveis devem ser baseadas em respeito, diálogo e segurança; convivências marcadas por violência, humilhação ou controle podem prejudicar a saúde.

Reservar momentos para descanso, lazer e atividades prazerosas pode ajudar a aliviar as tensões do dia a dia, mas nem todo sofrimento emocional pode ser resolvido apenas com mudanças na rotina. Quando houver sofrimento persistente, dificuldade para realizar as tarefas diárias ou pensamentos de morte ou de ferir a si próprio, deve-se procurar ajuda profissional o quanto antes.

BEM-ESTAR NO AMBIENTE DE TRABALHO

O trabalho pode contribuir para a autonomia, a renda, o convívio social e o sentimento de participação na comunidade. Entretanto, também pode prejudicar a saúde quando as atividades são realizadas em condições inseguras, com esforço excessivo, pressão constante, jornadas prolongadas ou tempo insuficiente para descanso e recuperação.

Nas atividades que envolvem limpeza, conservação e trabalho urbano, o bem-estar pode ser afetado por movimentos repetitivos, levantamento de peso, permanência em pé, exposição ao sol, ruído, trânsito e contato com produtos químicos ou resíduos. A prevenção depende de treinamento, equipamentos de proteção adequados, organização segura das tarefas e comunicação dos riscos existentes.

Pausas previstas na organização do trabalho, acesso à água, respeito aos períodos de descanso e relações profissionais baseadas em respeito contribuem para proteger a saúde. Essas medidas não são responsabilidade exclusiva do trabalhador: a empresa deve avaliar os riscos das atividades e adotar as medidas necessárias para reduzir acidentes, desgaste físico e sofrimento emocional.

Segundo a Profa. Dra. Frida Marina Fischer, professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora na área de saúde do trabalhador, períodos insuficientes de descanso podem impedir a recuperação completa do organismo e produzir uma fadiga que se acumula ao longo do tempo. Em artigo publicado em 2026, a professora e colaboradores destacam que a gestão da fadiga deve considerar não somente a produtividade, mas também o bem-estar das pessoas e a segurança das atividades realizadas.

HÁBITOS QUE PODEM PREJUDICAR O BEM-ESTAR

Alguns hábitos podem comprometer a saúde mesmo quando seus efeitos não são percebidos imediatamente. O consumo de tabaco, o uso prejudicial de bebidas alcoólicas, a utilização de outras drogas e a automedicação podem afetar diferentes órgãos, alterar o sono e o humor e aumentar o risco de doenças e acidentes.

Permanecer sentado ou sem movimentar o corpo por longos períodos também pode prejudicar a saúde. O mesmo ocorre quando o uso excessivo de celulares, computadores ou televisão ocupa o tempo destinado ao sono, às refeições, à atividade física, ao descanso e à convivência com outras pessoas.

Em momentos de estresse, algumas pessoas podem recorrer à comida, ao álcool, ao cigarro ou a medicamentos como forma de alívio. Embora essas práticas possam proporcionar uma sensação passageira de conforto, elas não resolvem a causa do problema e podem trazer novos prejuízos. Quando um comportamento se torna difícil de controlar, é importante procurar orientação profissional.

O cuidado com o bem-estar não exige uma rotina perfeita nem mudanças radicais. Reconhecer os hábitos que causam prejuízos e substituí-los gradualmente por escolhas mais saudáveis costuma ser mais possível e sustentável. Quando houver dependência ou dificuldade para realizar essas mudanças, o acompanhamento profissional pode oferecer apoio adequado e sem julgamentos.

QUANDO PROCURAR AJUDA

O acompanhamento de saúde não deve acontecer apenas quando uma doença já está avançada. Consultas preventivas podem ajudar a identificar alterações antes que elas provoquem complicações. Mudanças persistentes no sono, no apetite, no peso, no humor, na disposição ou na capacidade de realizar as atividades habituais devem ser avaliadas por um profissional de saúde.

Também é importante procurar atendimento diante de dores frequentes, falta de ar, tontura, desmaios, palpitações ou cansaço que não melhora com o descanso. Sintomas que aparecem ou pioram durante o trabalho devem ser comunicados ao serviço de saúde e, quando houver, ao profissional responsável pela saúde ocupacional da empresa.

Na saúde mental, sinais como tristeza ou ansiedade intensas, irritação constante, isolamento, perda de interesse pelas atividades e dificuldade para trabalhar ou cuidar de si merecem atenção. O uso de álcool, medicamentos ou outras substâncias como forma frequente de enfrentar problemas também indica a necessidade de orientação.

Situações como dor forte no peito, dificuldade intensa para respirar, perda de consciência ou risco imediato de ferir a si mesmo ou outra pessoa exigem atendimento de urgência. Nessas circunstâncias, a pessoa não deve permanecer sozinha nem esperar que o problema desapareça sem ajuda.

ONDE BUSCAR AJUDA

O cuidado com o bem-estar pode começar em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A equipe poderá avaliar as necessidades da pessoa, oferecer orientações e, quando necessário, encaminhá-la para outros serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Os recursos abaixo ajudam a localizar atendimento e informações confiáveis:

Brasil — Meu SUS Digital: permite localizar Unidades Básicas de Saúde, hospitais, serviços de atenção psicossocial e outros estabelecimentos do SUS;  

https://meususdigital.saude.gov.br/

Estado de São Paulo — Secretaria de Estado da Saúde: Saúde Mental: apresenta informações sobre a rede de cuidados e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS);

https://www.saude.sp.gov.br/humanizacao/areas-tematicas/saude-mental

Cidade de São Paulo — Busca Saúde: localiza a UBS de referência e outros estabelecimentos da rede municipal a partir do endereço informado;  https://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br

Centro de Valorização da Vida (CVV): oferece apoio emocional gratuito e sigiloso pelo telefone **188**, além de atendimento por chat e e-mail.

 O CVV não substitui o atendimento médico em emergências;  

https://cvv.org.br/

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192): deve ser acionado em situações de urgência ou emergência, incluindo risco imediato de morte ou de ferir a si mesmo ou outra pessoa. A ligação para o número **192** é gratuita e funciona 24 horas.  

https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/samu-192

CONCLUSÃO

A Semana do Bem-Estar reforça que a saúde está presente nas condições em que as pessoas vivem, trabalham e se relacionam. Alimentação adequada, atividade física, sono de qualidade, descanso e relações sociais saudáveis contribuem para o equilíbrio físico e mental, mas nem sempre dependem somente das escolhas individuais.

Promover o bem-estar também exige acesso aos serviços de saúde, ambientes seguros, condições dignas de trabalho e apoio da família, da comunidade, das empresas e do poder público. No ambiente profissional, prevenir riscos, respeitar os períodos de recuperação e observar sinais de desgaste ajuda a proteger a saúde e a segurança de todos.

Mudanças simples e graduais podem trazer benefícios quando são mantidas ao longo do tempo. Entretanto, hábitos saudáveis não substituem a avaliação profissional diante de sintomas persistentes, sofrimento emocional ou dificuldades que interfiram na rotina. Procurar ajuda é uma forma de cuidado e não deve ser motivo de vergonha.

Ao celebrar os 40 anos da Carta de Ottawa, a campanha de 2026 reafirma uma mensagem atual: a saúde é construída todos os dias e de forma coletiva. Quando pessoas, comunidades, empresas e governos trabalham juntos, aumentam as possibilidades de criar ambientes que favoreçam uma vida mais saudável, segura e equilibrada.

REFERÊNCIAS

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  17. Brasil. Ministério da Saúde. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU 192 [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/samu-192

VIDEO RECOMENDADO SOBRE SAÚDE E BEM-ESTAR

O que é ser uma pessoa saudável; Drauzio Varella; 17 de ago. de 2023;


PARA SABER MAIS – Instituto Arlindo Gusmão de Fontes (IAGF) 

Dia Mundial da Saúde 2026, Saúde como direito, ciência como fundamento de vida; 06 de abril de 26; https://institutoagf.com.br/dia-mundial-da-saude-26

O impacto da atividade física na saúde do trabalhador; 18 de maio de 2026; https://institutoagf.com.br/o-impacto-da-atividade-fisica-na-saude-do-trabalhador

A importância de se ter bons hábitos; 28 de abril de 2025; 

https://institutoagf.com.br/a-importancia-de-se-ter-bons-habitos

Dicas para se ter uma boa qualidade de vida; 24 de novembro de 2024; https://institutoagf.com.br/dicas-para-se-ter-uma-boa-qualidade-de-vida